O juiz federal Marcio Schiefler, que auxiliava o ministro Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF), será indicado na noite desta quarta-feira, 9, pela presidente do Supremo, Cármen Lúcia, para o cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em reunião administrativa que será realizada às 18h. A aprovação ou não cabe aos ministros da Corte.

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Schiefler, que era considerado o braço direito de Teori na condução dos processos e ações relacionados à Operação Lava Jato, já vinha atuando nos últimos meses no CNJ, à frente do projeto do Cadastro Nacional de Presos e integrando o Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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No Supremo, o juiz conduziu as audiências prévias à homologação das delações da Odebrecht, feita por Cármen Lúcia no fim de janeiro, e foi importante na transição dos processos do gabinete de Teori para o do ministro Edson Fachin – que foi sorteado o novo relator da Lava Jato no STF em fevereiro. Teori morreu em janeiro passado em decorrência de um acidente aéreo em Paraty (RJ).

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No CNJ, além da vaga de juiz, há uma outra aberta, reservada para desembargador. O nome que a ministra Cármen Lúcia indicará é o da desembargadora Iracema Vale, que foi presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.