Aliados ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) dizem que ele não deve mais fazer campanha na rua após ser agredido em Juiz de Fora (MG) e enquanto se recupera do ataque que sofreu.

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Em entrevistas no hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro está internado desde a manhã desta sexta-feira, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e o senador Magno Malta (PR-ES), que integram a articulação política campanha do candidato, dizem que agora são seus apoiadores que irão para as ruas.

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De acordo com Lorenzoni, os aliados farão “vigília e oração” até a próxima segunda-feira, 10, e depois irão para as ruas defender a candidatura do presidenciável. Ele pediu para que apoiadores não venham ao hospital nos próximos três dias.

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“O Jair já fez tudo que tinha que fazer, Bolsonaro deu seu sangue pelo Brasil. Agora, quem vai para a rua somos nós, apoiadores, parlamentares, todos aqueles que querem ver o Brasil mudar”, disse Lorenzoni. “Ele não precisa mais ir para a rua e correr risco”, declarou Magno Malta.

Em conversa com apoiadores, Lorenzoni pediu para que cada um busque mais votos para o candidato. “Agora é com a gente, cada um de nós tem que buscar mais sete votos. O capitão já fez o que tinha de fazer”, declarou aos simpatizantes.

A expectativa dos aliados é que o candidato do PSL fique de 10 a 12 dias internado e saia “em plena forma”.