PF investiga corretoras em três estados para descobrir origem de dinheiro

Brasília – O delegado responsável pelas investigações sobre o dossiê contra políticos tucanos, Diógenes Curado Filho, pediu a investigação de 30 corretoras em São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina na tentativa de rastrear a origem e o autor dos saques de US$ 248 mil apreendidos com Valdebran Padilha e Gedimar Passos em um hotel de São Paulo.

Segundo a PF, uma das dificuldades no rastreamento do dinheiro é o fato de que há muitas movimentações feitas e grande parte delas em nome de ?laranjas? ou de pessoas fantasmas (inseridas no sistema bancário com dados falsos). Gedimar Passos e Valdebran Padilha foram presos no hotel Íbis, em São Paulo, com US$ 248 mil e R$ 1,1 milhão.

O dinheiro seria usado para a negociação de um dossiê que envolveria políticos do PSDB com a compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento. Por meio do rastreamento dos dólares, os investigadores pretendem chegar à origem do dinheiro. Até o momento, a PF sabe que o dinheiro saiu do Banco Central americano e veio para o banco Sofisa, em São Paulo.

Segundo a assessoria da insitutição, Polícia Federal deve desvendar, nas próximas semanas, a origem de parte do dinheiro que seria usada na compra dos documentos. A informação foi divulgada nesta terça-feira (17) em Brasília após o depoimento do ex-presidente do Partido dos Trabalhadores Ricardo Berzoini.

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