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Jogadores do São Paulo comemoram o primeiro gol do jogo. |
Mas apenas vontade não serve para ganhar título. Ou para a volta à Libertadores em 2005. Nesta quarta-feira, o adversário era frágil – está na zona de rebaixamento e já perdeu 17 vezes – e mesmo assim criou boas chances.
Mas os reforços estão chegando. Nildo e Ramalho devem se apresentar nesta quinta-feira. Júnior ainda aguarda a liberação do Parma e a diretoria do clube ainda procura um atacante.
No duelo do Pinheirão, o treinador pôde observar que Gabriel e Diego Tardelli, bem trabalhados, são opções. Eles foram bem e ajudaram a diminuir o mau retrospecto do time fora de casa. Agora são quatro vitórias e três empates em 15 jogos como visitante.
No jogo, um susto no começo com finalização de Galvão. Rogério defendeu. Aos 12 minutos, escanteio para o Paraná. O cruzamento para a área cai nos pés do zagueiro João Victor, que, sem recursos, tenta dar um chapéu no marcador. Arma contra-ataque. Rodrigo toca para Jean e corre para receber e fazer 1 a 0 para o São Paulo. O time paulista poderia ter ampliado. Mas as finalizações de César Sampaio teimaram em não entrar.
“Treinamos isso (saída rápida em contra-ataque) durante a semana”, revelou Rodrigo, no intervalo. “Vamos voltar e virar este jogo”, apostava Paulo Campos, técnico do Paraná.
Danilo resolveu dar ducha fria no técnico do Paraná, com gol logo aos 4 minutos. Graças, é claro, ao desvio da bola no zagueiro João Victor.
Após o gol, o São Paulo resolveu administrar o resultado. Conseguiu, mas não sem levar sufoco. Correndo sério risco de rabaixamento, o Paraná partiu com tudo para o ataque. Carimbou a trave com Cristian e perdeu gol feito em cabeçada de Galvão. Rogério Ceni fez milagre.
A sorte que não acompanhava o São Paulo nos duelos fora de casa voltou. Nada de gols nos minutos finais nem tropeço contra desesperados do Paraná.
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