Um importante funcionário da Polícia Federal Preventiva foi assassinado a tiros quando chegava a sua casa no bairro de Guerrero, na Cidade do México.
Edgar Millán, coordenador de Segurança Regional e Proximidade Social da força, morreu quando era atendido em um hospital após ser baleado com armas de alto calibre, e seus dois guarda-costas ficaram feridos.
A Presidência da República lamentou a morte de Millán, que tinha um "papel estratégico" na ofensiva antidrogas do governo.
Ele colaborou na resolução do seqüestro do argentino Rubén Omar Romano, então treinador do clube Cruz Azul, entre julho e setembro de 2005.
O Ministério da Segurança Pública federal informou que ele recebeu nove tiros no tórax e outro na mão. Segundo testemunhas, havia quatro agressores, dos quais um foi preso e interrogado.
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