Segundo o relatório elaborado pela DRT, Rosalina Mascarenhas, funcionária do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Arapongas, teria sido várias vezes demitida e readmitida no sindicato, para sacar as parcelas do seguro-desemprego. O golpe, segundo a DRT, vinha sendo praticado desde 1986 e reaplicado ao longo de treze anos. Além de Rosalina, os fiscais do Trabalho concluíram que outro funcionário do sindicato, Vicente Dias de Oliveira, de quem consta saída em abril, com readmissão em maio de 1999, teria sacado duas vezes o FGTS no mesmo ano.
Além dos dois casos, Celso conta que três empresas de Arapongas estariam agindo de maneira irregular e teriam sido autuadas pela DRT: as Indústrias Reunidas de Móveis e Estofados de Arapongas (Aramóveis), Móveis Arapongas (Moval) e Socidade Industrial Móveis Banron (Simbal).
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