As quenianas já dominam o quadro geral de medalhas da Corrida Internacional de São Silvestre desde 1975 quando a prova passou a receber a elite feminina. E elas estão confiantes em ampliar a vantagem na edição de 2011, acreditando que a característica do novo percurso da prova pode favorecê-las.

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“O novo percurso é muito rápido e se encaixa no perfil das quenianas, velozes por natureza. Além das sempre favoritas, podemos destacar a etíope campeã de 2008 (Wude Ayalew) e outra tanzaniana (Natalia Sulle)”, relata Moacir Coquinho Marconi, agente das africanas.

Para esta edição, seis atletas da elite do país africano estão confirmadas, com destaque para Eunice Jepkirui Kirwa. A fundista obteve os melhores resultados da carreira neste ano com 32min07s nos 10 quilômetros em Santos e 1h10min29s na Meia Maratona do Rio de Janeiro, quando venceu a prova com novo recorde.

Os outros nomes são Bornes Jepkirui Kitur (campeã da Volta da Pampulha 2010), Nancy Jepkosgei Kiprop (recordista da 10k Rio Corrida Pan-Americana de 2011 com 34min08s), Jeptoo Prisca (1h10min8s em Meia Maratona), Nelly Jepkurui (ouro na Maratona de Curitiba 2011), Rumokol Elizabeth Chepkanan (campeã da Meia Maratona de São Paulo 2010).

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A elite brasileira será representada por nomes de peso como Adriana Aparecida da Silva (campeã pan-americana da maratona), Conceição Oliveira (campeã do Ranking Caixa/CBAt), Maria Zeferina Baldaia, Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sueli Pereira, Cruz Nonata e Fabiane Cristine da Silva, quarta e sexta colocadas em 2010, respectivamente.

Outro nome de destaque é a campeã de 2008, a etíope Yime Wude Ayalew, que tentará o bi nas ruas de São Paulo. A primeira campeã da São Silvestre em 1975 foi a alemã Christa Valensieck e outros países como México, Sérvia, Estados Unidos, Dinamarca e Equador já tiveram vencedoras.

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