Justiça autoriza Leoz a deixar prisão domiciliar para ir a médico

A Justiça do Paraguai acolheu o pedido dos advogados de Nicolás Leoz e autorizou o ex-presidente da Conmebol a deixar a prisão domiciliar cinco vezes por semana para consultas médicas. O ex-dirigente esportivo de 86 anos poderá fazer três sessões de fisioterapia, uma visita a um médico e outra a um dentista.

A autorização foi dada pelo juiz Humberto Otazu, o mesmo que determinou a prisão domiciliar de Leoz, que, pelas leis do país, não pode ser encarcerado. A legislação paraguaia não admite a prisão de pessoas com mais de 70 anos ou daqueles com enfermidades graves.

Na segunda-feira, Otazu havia determinado a prisão domiciliar de Leoz, acusado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ter cometido uma série de crimes, incluindo o de suborno. De acordo com o juiz, esse é o passo inicial para o ex-dirigente ser extraditado aos Estados Unidos.

Leoz ficou seis dias internado em uma clínica de sua prioridade em Assunção, com quadro de hipertensão. Estava lá desde quarta-feira da semana passada, quando foram presos na Suíça sete dirigentes da Fifa, entre eles o brasileiro José Maria Marin, todos eles acusados de corrupção. Ele deixou a clínica na terça-feira, escoltado por três caminhonetes da polícia.

A Justiça dos Estados Unidos solicitou a prisão preventiva e a abertura de um processo de extradição de Leoz por sua suposta participação em ume esquema de corrupção que envolve vários dirigentes.

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