Assunto é o que não faltará no encontro da alta cartolagem internacional. Um deles interessa ao Corinthians vencedor da única edição do Mundial de Clubes, realizada em 2000. A Fifa discutirá se a segunda versão fica para 2005, mas seu futuro é incerto.
A competição nasceu com polêmica e até agora não vingou. Depois da experiência com os jogos em São Paulo e no Rio, a Fifa e seus parceiros decidiram aprimorá-la em 2001, na Espanha. Houve até sorteio dos grupos e o representante do Brasil seria o Palmeiras. Meses depois da cerimônia, o Mundial foi cancelado, por falta de interesse de patrocinadores e por dificuldade de vender os direitos de transmissão por televisão.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, na época admitiu que o mundial seria transferido para 2003. Na seqüência, fixou 2005 como a nova data. Dessa forma, adiou a discussão de um tema que pode se transformar em um dos grandes “micos” de sua administração.
Ainda há resistência, principalmente dos europeus. Os principais clubes do continente alegam que o calendário está sobrecarregado e que esse mundial é “supérfluo”.
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