A boa atuação de Cazares, a estreia de Robinho e a segunda vitória do Atlético Mineiro na Copa Libertadores acabaram sendo ofuscadas pelas cobranças da torcida ao técnico Diego Aguirre, principalmente após trocar o meia equatoriano pelo atacante nos minutos iniciais do segundo tempo. O treinador, porém, minimizou a insatisfação da torcida e avaliou que as cobranças não ocorreriam se o time conseguisse um triunfo mais dilatado do que apenas o 1 a 0 sobre o Independiente del Valle.

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“Em campo, coloco o meu trabalho, minhas convicções, e vamos ver o resultado lá na frente. Os jogadores tiveram muita entrega, muito espírito de luta. Poderíamos ter marcado outro gol e não falaríamos sobre isso”, disse o treinador uruguaio.

A revolta da torcida se deu em razão da saída de Cazares, que foi o destaque do time mesmo disputando a sua primeira partida oficial pelo Atlético-MG. E Aguirre usou essa inatividade para justificar a substituição do meia equatoriano.

“Fazia mais de três meses que não jogava, gostei muito. Hoje não dava para ele jogar os 90 minutos e o importante é que ele mostrou que vai ser muito útil. Temos que continuar trabalhando para melhorar”, afirmou.

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Aguirre também explicou que optou por deixar Robinho no banco de reservas pela falta de ritmo e entrosamento do atacante. “A ideia era que ele só entrasse no segundo tempo para tirar um pouco da euforia com ele e com time”, comentou.

Com seis pontos, o Atlético lidera o Grupo 5 da Libertadores. O próximo compromisso do time será pelo Campeonato Mineiro, no sábado, diante da URT, em Patos de Minas.

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